O IMPÁCTO DAS AÇÕES DA ENFERMAGEM REFERENTES À MUDANÇA NO ESTILO DE VIDA JUNTO AO PACIENTE PORTADOR DE HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA

Marcelle Aparecida Alberigi, Priscila LIma de Carvalho, Leila Chevitarese

Resumo


A Hipertensão Arterial Sistêmica vem sendo um grave problema de saúde pública no Brasil e em todo o mundo. É uma doença crônica, determinada por elevados níveis da pressão sanguínea nas artérias (SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA, 2010). A hipertensão arterial sistêmica apresenta grande morbimortalidade, com importante diminuição da qualidade de vida, o que reafirma a importância do diagnóstico prévio. O diagnóstico não exige tecnologia refinada, e a doença pode ser tratada e controlada com mudanças no estilo de vida, com medicamentos de baixo custo e de menores efeitos colaterais, comprovadamente eficientes e de aplicabilidade fácil na Atenção Básica (BRASIL, 2013). O seu controle depende de medidas farmacológicas e não farmacológicas. As medidas não farmacológicas são indicadas indiscriminadamente aos hipertensos. A redução do consumo de álcool, o controle da obesidade, a prática regular de atividade física, a dieta equilibrada e a suspensão do tabaco, estão entre essas medidas. A aceitação a esses hábitos de vida favorece a redução dos níveis pressóricos e favorece para a prevenção de complicações (OLIVEIRA et al., 2013). O objetivo do presente trabalho é avaliar o conhecimento do enfermeiro que atuam em Serviço de Saúde, sobre a influencia da mudança do estilo de vida no controle da Hipertensão Arterial Sistêmica. 


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