MAPAS CONCEITUAIS COMO RECURSO DE APRENDIZAGEM: UMA EXPERIÊNCIA NOS ANOS INICIAIS

Graziela Ferreira de Souza, Nilcéia Aparecida Maciel Pinheiro, Awdry Feisser Miquelin

Resumo


Este artigo apresenta parte de uma pesquisa de mestrado que se orientou para o desenvolvimento de atividades envolvendo o uso de Mapas Conceituais no ensino de ciências para alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Nesse estudo destacamos a importância do desenvolvimento de atividades introdutórias sobre Mapas Conceituais, de modo a garantir a eficiência desse instrumento como forma de representação da estrutura cognitiva dos alunos. À luz da Teoria da Aprendizagem Significativa e dos pressupostos sobre Mapas Conceituais, aplicou-se uma sequência de atividades envolvendo mapeamento cognitivo a 30 alunos do 5° ano de uma escola municipal da cidade de Ponta Grossa-PR. Os critérios de análise basearam-se no percurso de aprendizagem visualizado por meio dos mapas conceituais produzidos, bem como nos referenciais para classificação de mapas conceituais propostos por Joseph Novak. A partir da análise dos mapas conceituais produzidos durante a pesquisa pode-se observar evolução no domínio dos aspectos referentes ao mapeamento cognitivo e maior significado dado as construções elaboradas para revelar a aprendizagem. Isso revelou que os mapas conceituais são um recurso facilitador da visualização das estruturas e relações conceituais dos alunos quando são bem elaborados e construídos. Portanto, faz-se necessário introduzir este recurso por meio de atividades de treinamento, para que os mapas possam oferecer suporte às investigações do processo de aprendizagem.


Palavras-chave


Mapas Conceituais; Ensino de Ciências; Aprendizagem Significativa; Anos Iniciais

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ISSN: 2238-2380

 

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